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Pimenta é Inteira Demais

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Letra

[Intro] Pimenta! [Verso 1] Já tentou andar devagar Mas nasceu com fogo demais pra economizar Seu coração não sabe fingir Se ama, transborda; se dói, deixa doer Aprende, se refaz e volta a sorrir Carrega histórias que ninguém vê Saudade escondida no jeito de viver Tem gente que mora pra sempre no peito E mesmo quando a vida muda tudo de lugar Ela dá um jeito [Pré-refrão] Às vezes cansa de ser tão forte Fecha a porta, desliga o mundo Pega a estrada procurando o mar Sabe que algumas respostas Só chegam quando a onda vem buscar [Refrão] Pimenta é inteira demais Não nasceu pra viver pela metade É fogo, é mar, é tempestade Riso alto depois da saudade Cai, levanta e vai Com o coração na frente outra vez Pode até dizer: “agora eu aprendi” Mas sente tudo de novo Ser intensa é o jeito dela existir [Verso 2] Cuida de todo mundo sem perceber Às vezes esquece que também precisa se escolher Dois ou três “eu avisei” guardados na bolsa Uma oração, um batom E coragem de sobra É mãe, mulher, amiga, abrigo Chefe quando precisa, bagunça com os amigos Tem resposta na ponta da língua Mas quando o coração se mete no caminho Eita, aí complica a vida! [Pré-refrão] Às vezes cansa de ser tão forte Fecha a porta, desliga o mundo Pega a estrada procurando o mar Sabe que algumas respostas Só chegam quando a onda vem buscar [Refrão] Pimenta é inteira demais Não nasceu pra viver pela metade É fogo, é mar, é tempestade Riso alto depois da saudade Cai, levanta e vai Com o coração na frente outra vez Pode até dizer: “agora eu aprendi” Mas sente tudo de novo Ser intensa é o jeito dela existir [Ponte – divertida] Se aparece um ser misterioso Indecifrável, peculiar, silencioso Ela jura: “Dessa vez não vou entender!” Cinco minutos: “Mas por que será que ele fez isso?” Ai, meu Deus… deixa pra lá! [Refrão grande] Pimenta é inteira demais Não nasceu pra viver pela metade É fogo, é mar, é liberdade Cicatriz virando identidade Ama os seus sem condição Tem memória tatuada no coração E se a vida disser: “é hora de mudar” Vira borboleta, abre as asas E vai procurar o mar [Final – voz e violão] Não quer ser quem era antes Nem precisa saber quem será depois Entre perder e recomeçar Existe uma mulher Que finalmente começou A se olhar…

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